Confeiteiro do ‘Bolo da Misericórdia’ pede R$ 33 mil para recomeçar o negócio e é alvo de críticas
“Fui até ele pedir apoio pra ele compartilhar a campanha da minha (empresa), nem deu a mínima e ainda revirou os olhos”, relatou uma internauta.O confeiteiro David Sousa, conhecido pelo polêmico “Bolo da Misericórdia”, voltou a se tornar assunto nas redes sociais nessa terça-feira (06/05), mas não exatamente por boas razões. Após o fechamento da sua loja na zona Leste de Teresina, supostamente decidido por um antigo sócio, David lançou mais uma campanha de arrecadação online pedindo R$ 33 mil para recomeçar o negócio. A iniciativa, porém, tem gerado mais críticas do que solidariedade.
Com fama construída à base de marketing agressivo e preços nada acessíveis, chegando a cobrar até R$ 50 por uma fatia de bolo , o confeiteiro agora apela ao apoio popular para voltar ao mercado. A contradição, segundo os próprios internautas, é que ele teve lucro, visibilidade, loja sempre cheia e, mesmo assim, não conseguiu criar uma reserva financeira. “A pessoa vendeu tanto bolo e não tem um capital reserva? Acho estranho!”, comentou uma seguidora.
Outro ponto levantado por quem critica a campanha é a postura do confeiteiro diante das dificuldades alheias. “Fui até ele pedir apoio pra ele compartilhar a campanha da minha, nem deu a mínima e ainda revirou os olhos”, relatou uma internauta. “Agora vem pedir ajuda como se nunca tivesse virado a cara pra ninguém”, concluiu.
A campanha de David também expõe um desgaste em sua imagem pública. “Todo dia a casa estava lotada. As pessoas estão começando a achar que o problema não são os sócios, e sim ele mesmo”, disse um comentário. Outra crítica foi ainda mais direta: “Me mande dinheiro pra abrir meu empreendimento, pra depois você me comprar uma fatia de bolo a 40 reais. É cada uma…”
Essa não é a primeira vez que o confeiteiro passa por uma situação semelhante. Em outra tentativa anterior, também houve rompimento de sociedade, promessas de recomeço e arrecadações. Para muitos, o ciclo se repete, mas sem transparência ou autocrítica. “Espero que ele consiga se reerguer, mas sozinho. Porque nenhuma sociedade dá certo com ele”, ironizou um internauta.
Enquanto alguns ainda demonstram empatia, a maioria dos comentários nas redes sociais expressa desconfiança. O que antes era visto como um caso de superação e empreendedorismo, agora soa como má gestão, oportunismo e dependência constante do dinheiro alheio.
Fonte: JTNEWS
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