Presos da CPA começam a receber alta hospitalar em Teresina e já estão de retorno à Prisão
Dezenas de presos que ainda estão em internação hospitalar começaram a receber alta ontem (30/5); dos três que estavam no HPM, dois saíram na noite de ontem e 3º na manhã de hoje (31/5)Os detentos da Cadeia Pública de Altos (CPA), região metropolitana de Teresina, acometidos de infecção [cuja causa guarda relatório conclusivo da Secrataria estadual de Saúde], já estão recebendo alta hospitalar e retornando à Prisão no Município de Altos do Piauí.
Os detentos, Francisco Mateus de Sousa Silva e Douglas da Silva Campelo, que estavam internados no Hospital da Polícia Militar, bem como Marcos Vinícius, receberam alta hopitalar nesse sábado à note e na manhã deste domingo (31/5), respectivamnete, e já retornaram à Cadeia Pública de Altos (CPA). Amanhã (01/06) receberão alta vários presos que estão em tratamento no Hospital Getúlio Vargas (HGV) em Teresina.
Indiscutivelmente, esses detentos agora estão submetidos a um tratamento que atende às Regras Mínimas de Saúde, recomendadas pelos órgãos de saúde nacionais e internacionais, pois o governo do Estado, por meio da Secretaria da Justiça e da Secretaria de Saúde, montou uma estrutura (Força Tarefa), em que aumentou em mais de 300 % as ações oferecidas antes das internações em razão da epidemia.
Até o momento não há uma explicação conclusiva das autoridades responsáveis, embora já haja procedimento instaurado pelo Ministério Público do Piauí para as averiguações e providências legais cabíveis, cujo procedimento foi instaurado pelo promotor de Justiça, Elói Pereira de Sousa Júnior no último dia 27 do mês em curso.
Mas, não tem faltado interpretações as mais esdrúxulas, dos mais diversos segmentos sociais, mesmo de alguns jornalistas desinformados, tem até pseudo juristas que já até condenaram sem o direito de defesa pessoas envolvidas na lamentável situação.
Há culpados! Disso não se tem dúvidas, o que não pode haver é a condenação antecipada, em pleno desrespeito ao devido processo legal, principalmente quando se sabe que a corda sempre quebra do lado mais fraco.
Essa é a nossa opinião, salvo melhor ou pior juízo.
Fonte: JTNEWS
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