Preso mata policial penal e deixa outro gravemente ferido no Complexo Penitenciário de Copemcan em São Cristóvão (SE)
O policial que veio a óbito é Deyvicson S. Hipólito e Telemaco de Farias Almeida foi internado em Unidade de Saúde de São Cristóvão em estado grave; um dos presos foi atingido por arma de fogoA Secretaria de Justiça, Trabalho e Defesa do Consumidor do Estado de Sergipe confirmou a norte do policial penal, Deyvicson Santos Hipólito e que a ocorrência foi registrada no início da manhã deste domingo (21/3), no Complexo Penitenciário Manoel Carvalho Neto (Copemcan), em São Cristóvão.
O interno Rafael de Oliveira Gonzaga, 25 anos, foi tirado isoladamente do pavilhão 3 e estava na área externa dos pavilhões (na área comum), acompanhado por um grupo de policiais penais.
No entanto, o interno conseguiu tomar a pistola de um policial penal, que foi atingido. Em seguida, outro colega policial penal também foi atingido por disparos de arma de fogo. Os demais policiais penais que estavam próximo da ocorrência reagiram e atiraram contra o interno, conforme a nota da Secretaria da Justiça de Sergipe.
O Samu foi acionado e fez os primeiros atendimentos. Todos foram encaminhados para o Hospital de Urgência (Huse) e receberam atendimento médico. O policial penal Deyvicson Santos Hipólito acabou falecendo, pouco depois dos primeiros atendimentos, no Huse.
A Polícia Militar enviou reforço para a unidade prisional. As imagens do circuito de TV também estão sendo checadas para auxiliar na investigação policial. Durante o dia, as informações serão atualizadas.
Um alerta com reflexo na formação continuada dos Policiais Penais
Fato extremamente lamentável, e que comprova a necessidade de o governo do Estado de Sergipe em investir mais e adequadamente na formação dos policiais penais do Estado, sobretudo em técnicas operacionais internas e uso adequado de armamento no interior do estabelecimento penal.
Que o triste episódio sirva de exemplo e de alerta para o governo do Estado, bem como aos próprios policiais penais quando de suas atividades cotidianas intramuros.
Profissionais que deixam suas famílias para cuidar da segurança da sociedade e não podem retornar ao convívio familiar, porque na defesa da segurança pública prisional dão as suas próprias vidas em sacrifício e na maioria da vezes não recebem o apoio do Poder Público e ainda têm seus direitos vilipendiados pelo Estado brasileiro.
Fonte: JTNEWS com informações da SEJUC e NE Agora
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