Palácio do Planalto registra primeira morte por COVID-19 entre servidores
A servidora pública Maria Helena Ribeiro Maier morreu na madrugada da última segunda-feira (17)A servidora pública Maria Helena Ribeiro Maier morreu na madrugada da última segunda-feira (17) por COVID-19. A Secretaria-Geral da Presidência da República confirmou o óbito. É a primeira morte entre servidores do Palácio do Planalto.
Segundo o governo, ela estava em teletrabalho desde o início da pandemia. A servidora era especialista em políticas públicas e gestão governamental. Maier estava cedida ao Planalto, trabalhando na Secretaria Especial de Assuntos Federativos desde 2011.
O último balanço da Secretaria-Geral, divulgado em 4 de agosto, mostrou que 5,2% dos 3,4 mil servidores da Presidência da República contraíram a COVID-19. Na época, eram 178 servidores infectados.
Desde julho, funcionários do Planalto realizam o teste rápido em um dos prédios que fica na área anexa ao palácio.
De acordo com a Secretaria-Geral, mais de 50% dos servidores estão em teletrabalho ou fazem escalas de revezamento.
O presidente Jair Bolsonaro, que testou positivo para a COVID-19 ao longo do mês de julho, já está recuperado. A primeira-dama Michelle Bolsonaro também contraiu o vírus e, segundo informado pela Presidência, está curada.
Além deles, já foram contaminados pela doença dois ministros que dão expediente no Palácio do Planalto: Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Braga Netto (Casa Civil). Eles já estão curados.
Fonte: Poder360
Comentários
Últimas Notícias
-
Geral
Povoado Peixe em Massapê do Piauí comemora início da obra de calçamento autorizada pela Secretaria do Agronegócio
-
Justiça
Sociedade Contemporânea: Congresso Internacional de Relações de Trabalho alerta sobre precarização do trabalho
-
Justiça
Valor de seguro de vida resgatável pode ser penhorado quando sacado pelo próprio segurado, decide STJ
-
Segurança Pública
STF restabelece adicional de periculosidade de guardas municipais de Santo André em São Paulo
-
Política
Aposta de Rafael Fonteles em blindar o ex-secretário de Saúde, Antônio Luiz, na Segurança Pública é no mínimo temerária