FMS alerta que mais de 40 mil crianças ainda não se vacinaram contra gripe em Teresina
O público infantil está entre os grupos mais vulneráveis às complicações da doença, já que são pessoas em desenvolvimento e o seu sistema imunológico está em formaçãoA Campanha de Vacinação contra Gripe encerra no dia 30 de junho e, até agora, 40 mil e 346 crianças na faixa etária de 6 meses a menores de 6 anos ainda não se vacinaram em Teresina.
O dado é da Fundação Municipal de Saúde (FMS) e especialistas alertam que esse público infantil está entre os grupos mais vulneráveis às complicações da doença, já que são pessoas em desenvolvimento e o seu sistema imunológico está em formação.
O presidente da FMS, Manoel de Moura Neto, convoca os pais ou responsáveis a se dirigirem às 65 Unidades Básicas de Saúde, Centro de Saúde Lineu Araújo ou Hospital Infantil para vacinarem as crianças contra gripe.
“Mesmo com incisiva e constante campanha de incentivo à vacinação, ainda não conseguimos alcançar a meta de imunização das crianças. E é por isso que é importante a contribuição de toda a sociedade”, afirma.
A Presidente da Sociedade de Pediatria do Piauí, Anenísia Andrade, afirma que a baixa cobertura vacinal de crianças está sendo registrada no Brasil e pode ter relação com o medo dos pais de irem aos postos, durante a pandemia.
“Mas isso não pode ser justificativa para não imunizá-las. Elas podem desenvolver a forma grave da doença e ter pneumonia grave ou até mesmo insuficiência respiratória. Então, levá-las ao posto de vacina é um gesto de cuidado individual e coletivo", disse.
A diretora de Vigilância em Saúde da FMS, Amariles Borba, solicita que as escolas públicas e privadas conversem com os pais e responsáveis pelas crianças menores de 6 anos.
“O objetivo é sensibilizá-los quanto à importância de levar os seus filhos até as UBS para que recebam a vacina. Orientamos também que, nesses locais, os pequenos mantenham distância de 2 metros das pessoas, evitem encostar em superfícies e os maiores de 2 anos utilizem máscara", afirmou.
A vacina não protege a pessoa contra o novo Coronavírus e sim contra a Gripe/Influenza, doença respiratória infecciosa cuja origem é viral. A transmissão direta de pessoa a pessoa é a mais comum e ocorre por meio de gotículas expelidas pelo individuo infectado com o vírus, ao falar, espirrar ou tossir.
Há evidência de transmissão também pelo modo indireto, por meio de contato com a secreção de doentes.
Fonte: Fundação Municipal de Saúde (FMS)
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