Cadeia Pública de Altos inaugura horta feita pelos encarcerados
"Não há de se falar em ressocialização sem o binômio educação e trabalho", comentou o gerente da CPA, Antônio Vinícius
Horta da Cadeia Pública de Altos (Foto: Divulgação/CPA)
Horta da Cadeia Pública de Altos (Foto: Divulgação/CPA)
Horta da Cadeia Pública de Altos (Foto: Divulgação/CPA)
Horta da Cadeia Pública de Altos (Foto: Divulgação/CPA)
Horta da Cadeia Pública de Altos (Foto: Divulgação/CPA)
Horta da Cadeia Pública de Altos (Foto: Divulgação/CPA)
Horta da Cadeia Pública de Altos (Foto: Divulgação/CPA)
Horta da Cadeia Pública de Altos (Foto: Divulgação/CPA)
Horta da Cadeia Pública de Altos (Foto: Divulgação/CPA)
A Cadeia Pública de Altos (CPA), localizada a 28 km de Teresina (PI), inaugurou sua primeira horta feita pelos internos. No local foram colhidos cebolinha, coentro, tomate (cajá e cereja), abóbora, abobrinha, alface, maxixe, quiabo, melancia, pimentão e pepino.
Os produtos do trabalho dos encarcerados na CPA servirá, também, para que eles possam se alimentar de forma saudável. O gerente da unidade, Antônio Vinícus, falou com o JTNews sobre a medida. "Não há de se falar em ressocialização sem o binômio educação e trabalho. A meta da gestão CPA é estender a mão ao interno, fornecendo a ele oportunidade de mudar de vida, sair do crime e prover sua família", explicou.
"Com mão de obra carceraria, a horta é uma prova concreta de que é possível, trouxemos um profissional de agronomia, que disseminou o conhecimento e hoje, com apenas três meses de inaugurada da unidade, já conseguimos colher o que plantamos, trazendo melhorias na alimentação dos internos, benefícios processuais advindo do trabalho e uma economia financeira para o Estado. É uma ação simples e tímida, mas que trará grandes e benéficas consequências", completou Antônio Vinícius.
A CPA conta com três pavilhões com capacidade individual para 201 detentos, totalizando 603. Os pavilhões são separados por nível de periculosidade. Atualmente, o estabelecimento conta com 471 presos dividos nos três pavilhões, recebendo diariamente presos oriundos das audiências de custódia.
"Uma pessoa que esteja presa por roubo, estelionato, não terá contato com um preso por assalto a banco. Essa ideia está sendo trabalhada em parceria da Secretaria de Justiça com a Secretaria de Segurança e a Superintendência de Risco criada pelo governador. Isso vai ser possível com o cadastramento biométrico", explicou o secretário de Estado da Justiça do Piauí, Carlos Edilson Rodrigues, para o JTNews em entrevista em julho de 2019.
Fonte: JTNews
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