Anvisa orienta abrigos sobre prevenção e controle à COVID-19
A nota diz ainda que as instituições responsáveis pelos abrigos devem fazer o monitoramento diário dos acolhidosAs orientações para a prevenção e o controle do Novo Coronavírus em instituições de acolhimento, tais como abrigos coletivos, albergues e comunidades terapêuticas, entre outras, foram publicadas em nota técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), divulgada nessa segunda-feira (13).
O material informa, também, sobre sinais e sintomas da doença, formas de transmissão e medidas de proteção.
Além disso, a nota destaca as ações que devem ser adotadas em relação aos cuidados gerais com as pessoas que são acolhidas nas instituições, casos suspeitos e confirmados da doença e orientações para os trabalhadores e visitantes.
“É importante ressaltar que a população acolhida nessas instituições vive em situação de vulnerabilidade devido a diversos fatores sociais, econômicos e etários”, diz o documento.
A Anvisa recomenda que os locais devem contar com profissionais que ajudem os acolhidos que não conseguem higienizar as mãos.
“Os abrigos para crianças devem manter cuidados para evitar acidentes com relação às preparações alcoólicas, como ingestão ou queimaduras. Conforme orientações do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), nesse caso deve-se dar prioridade à estratégia da lavagem das mãos”.
A nota diz ainda que as instituições responsáveis pelos abrigos devem fazer o monitoramento diário dos acolhidos quanto a presença de febre, problemas respiratórios e outros sinais e sintomas da COVID-19, bem como avaliar as pessoas que passarem pelo processo de admissão.
“Todos devem ser orientados sobre os cuidados ao tossir e espirrar, como cobrir o nariz e a boca com o cotovelo flexionado ou com lenço de papel descartável. Após o uso, os lenços devem ser adequadamente descartados em lixeiras com pedal e as mãos devem ser lavadas”.
De acordo com a agência, no interior dos abrigos, o tempo de circulação em áreas comuns deve ser reduzido e os abrigados têm que manter a distância mínima de 1 metro entre eles. Essa distância vale também para locais de refeição e espaço entre as camas nos dormitórios.
Nos casos de suspeita de infecção de algum acolhido, é importante adotar o isolamento, se possível com utilização de quarto individual e banheiro diferenciado dos demais, utilização de máscara cirúrgica e imediata comunicação às autoridades de saúde.
Também deve ser feita a desinfecção de todas as áreas por onde o acolhido circulou, para reduzir o risco de propagação da doença na instituição.
Fonte: Agência Brasil
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