Alagoas adota aplicativo piauiense Salve Maria
O aplicativo de denúncia de violência contra mulher, foi desenvolvido pela Agência de Tecnologia da Informação do Piauí (ATI)Através de um Acordo de Cooperação Técnica realizado entre o Governo do Estado do Piauí, por meio da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP/PI) e da Agência de Tecnologia da Informação (ATI/PI) e a Secretaria de Estado da Mulher e dos Direitos Humanos (Semudh), o aplicativo 'Salve Maria' chega a Alagoas e já está disponível para download, como mais uma ferramenta para o enfrentamento à violência doméstica e familiar.
O aplicativo de denúncia de violência contra mulher, foi desenvolvido pela Agência de Tecnologia da Informação do Piauí (ATI). O lançamento do App é considerado para aquele Estado, um marco na prevenção e no enfrentamento à violência praticada contra a mulher em Alagoas. O App também é utilizado no Estado do Maranhão.
Para a secretária da Semudh, Maria Silva, esta ação é mais uma conquista voltada para as mulheres e um símbolo de uma gestão de ação, de resultado.
“O Salve Maria é um instrumento que a tecnologia nos permitiu colocar disponível na palma da mão das mulheres de Alagoas para prestar socorro, para salvar vidas. Esta luta é de todas e todos nós, e com muito trabalho, vamos continuar garantindo um princípio fundamental contido na nossa constituição para nossas mulheres: o direito à vida”, disse.
De acordo com a Secretaria de Estado da Mulher e dos Direitos Humanos de Alagoas, todas as denúncias serão direcionadas para a equipe da Semudh para análise dos dados, tratamento das informações e posterior contato direto com a vítima, para orientações e direcionamentos para a Rede, tanto na capital como no interior do Estado.
Aplicativo Salve Maria
O app pode ser baixado gratuitamente em celulares com tecnologia iOS e Android e não só a vítima que sofre a violência pode denunciar de forma sigilosa, como também as pessoas que a percebem.
O aplicativo conta com uma interface interativa, de fácil utilização, que permite à vítima acionar os mecanismos de defesa em casos de violência contra a mulher. Por meio deste serviço, a polícia pode ser acionada com a opção ‘botão do pânico’, além de também ser possível o envio de denúncias anônimas sobre agressões (físicas, morais ou psicológicas), com detalhamento de informações, fotos e vídeos.
Fonte: JTNEWS
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