Após agressão de Datena, Marçal passa por exames, faz B.O e cancela agendas
"Por que tanto ódio?", escreveu Marçal no Instagram, comparando a agressão que sofreu com os ataques contra Jair Bolsonaro em 2018 e Donald Trump na Pensilvânia, há dois meses.Segundo informações de sua equipe nas redes sociais, Marçal teria fraturado uma costela, fez exames de tomografia e está em observação. Ele comparou o ataque aos sofridos por Jair Bolsonaro e Donald Trump.
O candidato à Prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB), permanece internado no hospital Sírio-Libanês após ser agredido com uma cadeira pelo adversário José Luiz Datena (PSDB) durante o debate da TV Cultura, no domingo à noite. De acordo com sua equipe, Marçal teria fraturado uma costela, passou por exames de tomografia, que constataram lesões, e está sob observação médica. Ele não tem previsão de alta, e o hospital ainda não divulgou nenhum boletim oficial.
A agressão ocorreu após uma troca de ofensas entre Marçal e Datena, que ficou transtornado quando o adversário mencionou uma antiga acusação de assédio sexual. Marçal saiu da emissora sentindo muitas dores e com dificuldades para respirar, sendo levado de ambulância ao hospital em poucos minutos. Ele está com o braço imobilizado e as mãos inchadas, resultado de tentativas de se defender durante a agressão. Datena foi expulso do debate.
Por conta do ocorrido, Marçal cancelou todos os compromissos de agenda e aparições públicas. O departamento jurídico de sua candidatura registrou um boletim de ocorrência contra Datena por lesão corporal e injúria, e a defesa do candidato afirmou que "o certo seria que Datena tivesse sido preso em flagrante". A equipe de Marçal também pretende responsabilizar o adversário na Justiça Eleitoral.
Além disso, após a notícia de que Datena também estaria a caminho do hospital para receber atendimento médico, a campanha de Marçal solicitou reforço na segurança do candidato nas instalações do Sírio-Libanês.
"Por que tanto ódio?", escreveu Marçal no Instagram, comparando a agressão que sofreu com os ataques contra Jair Bolsonaro em 2018 e Donald Trump na Pensilvânia, há dois meses.
Fonte: JTNEWS com informações da CNN Brasil
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