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Terceiro caso da Febre do Nilo Ocidental é confirmado

A vítima era residente de Piripiri e foi a óbito no ano de 2017

Foto: Sesapi
Superintendente de Atenção à Saúde, Herlon Guimarães

Casos no de Febre do Nilo no Piauí 

Foram confirmados três casos da doença no Piauí. Dois casos no ano de 2014 que aconteceram nas cidades de Aroeiras e Picos. Um terceiro caso fatal no ano de 2017, na cidade de Piripiri. A vítima era uma idosa que faleceu em decorrência da forma mais severa e mais rara da doença, associadas a outras comorbidades. O resultado definitivo saiu dia 24 de julho de 2019, devido as dificuldades de diagnosticar a doença.  

A Secretaria de Estado da Saude do Piaui (Sesape) informa que, não só os pontos onde já apareceram a doença, mas todo o Estado é monitorado. "Vale lembrar ainda que o combate ao mosquito, com o uso de telas de proteção entre outros métodos é uma das principais ferramentas para se prevenir de enfermidades transmitidas por eles”, informou o superintendente de Atenção à Saúde, Herlon Guimarães.

O que é Febre do Nilo? 

Febre do Nilo é uma arbovirose, ou seja, é uma doença transmitida por mosquito, normalmente do gênero Culex, popularmente chamado de muriçoca. Os hospedeiros naturais são as aves, que atuam como amplificadoras do vírus e como fonte de infecção para os mosquitos. 

Também pode infectar humanos, equinos, primatas e outros mamíferos. O homem e os equídeos são considerados hospedeiros acidentais e terminais, uma vez que a viremia se dá por curto período de tempo e em níveis insuficientes para infectar mosquitos, encerrando o ciclo de transmissão. Não há transmissão de pessoa para pessoa. 

A maior parte dos pacientes não apresenta sintomas. Em casos raros, a infecção atinge o sistema nervoso. Quando isso acontece, o paciente tem febre alta, rigidez na nuca, fraqueza e paralisia. Há ainda risco de encefalite. 

Fonte: Com informações da Sesapi e FMS

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